Na segunda edição, a Casa se abriu para acolher a criança interior: essa parte pura e sábia que guarda as primeiras referências de amor, pertencimento e segurança.
Feridas não olhadas na infância reaparecem hoje como insegurança, medo de falhar, dificuldade em confiar ou a sensação constante de “não ser suficiente”.
Durante a vivência, as mulheres foram conduzidas a reencontrar essa parte interna, reconhecendo que a mulher adulta só consegue ocupar plenamente o seu lugar quando abraça a criança que um dia foi.
Do peso da infância não elaborada → para a força da criança acolhida que sustenta a mulher inteira.
Não é sobre reviver traumas, é sobre dar à sua criança interna o que ela sempre precisou: acolhimento, presença e amor.




































